É dado público. Eu mesmo não consigo fazer isso?
Consegue o dado. O trabalho está em casar a produção do IBGE com o crédito do Banco Central produto a produto, evitar as armadilhas que produzem número plausível e errado, e manter tudo atualizado todo mês. O painel já passou por isso e confere cada número contra uma segunda fonte do próprio Banco Central.
A safra é de 2025. Não está velho?
É a última que o IBGE publicou; a PAM sai uma vez por ano. O crédito, que é o que se move, cobre os últimos 12 meses e é atualizado todo mês. Os dois relógios ficam separados de propósito, porque misturar os dois numa razão daria um número plausível e errado.
Tem município com cobertura acima de 100%. O dado está errado?
Não. Acontece porque o Banco Central conta o contrato pelo ano de emissão e a safra pode ser a seguinte, e porque o custeio inclui produto que o IBGE não mede como lavoura naquele município. O painel marca esses casos e explica, em vez de esconder.
Crédito não é frota. Como o perfil Peças funciona?
Correto, e está escrito no painel. O Banco Central só enxerga máquina financiada, por isso o perfil Peças olha também a frota instalada em cada município, que não depende de financiamento. A leitura de compra subestima o produtor grande, que costuma comprar da concessionária. Rio de Janeiro e Espírito Santo não têm mercado de peças mensurável, e o perfil não é vendido para esses estados.
Meu território não é uma mesorregião.
A seleção de praça recorta qualquer conjunto de municípios, e a licença pode combinar mesorregiões de estados diferentes.
O investimento por cultura existe?
Não como dado medido. O Banco Central registra o investimento pelo bem financiado, não pela lavoura. Onde o painel estima por cultura, ele escreve "estimado", e o valor real do município fica na ficha. Nenhum número estimado aparece como medido.
A nota diz se o produtor vai pagar?
Não. O RadarAgro mostra onde está a oportunidade, não o risco de crédito de um produtor.
E a LGPD?
O painel usa dados públicos agregados por município e não mostra produtor nem propriedade. Os dados de contato do formulário são tratados à parte, só para o recorte e, se você autorizar, para contato comercial.
O RadarAgro cobre o Centro-Oeste?
Ainda não. Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e o Distrito Federal estão em preparação. Deixe o seu e-mail e você recebe o aviso quando abrir.
Dá para ver só a minha cultura?
Sim. Um produto, uma soma de produtos ou o total menos o que você não trabalha. Tudo no painel acompanha o filtro.
Como é o acesso?
Pelo painel em radar.bitencourtco.com, com login e senha por cliente. Cada cliente vê só o território e os perfis da licença, e a verificação é feita no servidor.
Qual a diferença entre a licença compartilhada e a exclusiva?
As duas dão o painel completo na região e no segmento licenciados, por 12 meses. Na compartilhada, outras empresas podem licenciar a mesma região no mesmo segmento. Na exclusiva, há no máximo um licenciado exclusivo por região e segmento: enquanto a licença estiver ativa, nenhum concorrente do seu segmento enxerga aquela leitura do mapa. A exclusiva vale pelos 12 meses de vigência, dá preferência na renovação e só pode ser contratada onde a região e o segmento não têm licença ativa. Quem tem a compartilhada tem preferência para converter. O que se licencia é a leitura do RadarAgro na sua região e no seu segmento, não o território nem o dado público. A exclusividade é opcional.
Quanto custa?
Depende da sua região e do seu segmento. A licença é anual, e a conversa começa pelo recorte grátis da sua região.
O que é o recorte grátis?
Uma leitura da região que você indicar, no segmento da sua empresa, preparada individualmente a partir da base atual do painel e enviada em até 3 dias úteis, por e-mail ou WhatsApp. Não precisa de licença e não tem compromisso.